segunda-feira, 10 de junho de 2013

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM - MÓDULO 3 - SONIA MARIA

Situação de Aprendizagem desenvolvida no curso MG/ME  - encontros presencial

TEXTO – AVESTRUZ
(Mário Prata)
1-    Habilidades:

Ativação de conhecimento de mundo, antecipação ou predição; checagem de hipóteses.
Perguntar aos alunos o que sabem a respeito do avestruz

2-    Habilidades

Localização de informações: comparação de informação generalizações.
 Após a leitura do  texto  perguntar aos alunos  porque eles acham que o autor diz que o avestruz foi um erro da natureza.



3-    Habilidades

Produção de inferências locais inferências globais.
Com os alunos grifem as palavras desconhecidas,  através de uma releitura e descubram o significado através do contexto.

4-    Habilidades
 Recuperação do contexto de produção e metas da atividade.
Pedir que pesquisem a sobre o animal.
a)      Se  está em extinção?
b)      Tempo de vida útil?
c)       Se  é quadrupede ou bípede?

 OBS- Com essa pesquisa em mãos os alunos farão um relato e apresentarão para os outros grupos.

5-    Habilidades
Percepção das relações de intertextualidade e interdiscursividade.
- Criar um poema sobre o Avestruz

6-    Habilidades

Percepção de outras linguagens, elaboração de apreciação estética e/ou afetiva, relativa a valores éticos ou políticos.
Peçam aos alunos que pesquisem e cites algumas obras sobre o escritor Mario Prata.
AVALIAÇÃO

a)      Você conhece a imagem do Avestruz? Descreva para a classe.
b)      O que o título sugere para você, curiosidade ou estranheza?
c)       O gênero textual é:  narrativa, crônica ou fábula?
d)      Reescreva uma situação de conflito encontrada no texto?

e)      Onde se passou a história?

domingo, 9 de junho de 2013

PROVERBIOS Y CANTARES

ANTONIO MACHADO(1875-1939)

xxxxxxxxxxXXIX
Caminante, son tus huellas
el camino y nada más;
Caminante, no hay camino,
se hace camino al andar.
Al andar se hace el camino,
y al volver la vista atrás
se ve la senda que nunca
se ha de volver a pisar.
Caminante no hay camino 
Sino estelas en la mar                         

Caminhante, são teus rastros
o caminho e nada mais;
Caminhante, não há caminho,
se faz caminho ao andar.
Ao andar se faz caminho,
e ao voltar a vista atrás
se vê a senda que nunca
se há de voltar a pisar.
Caminhante não há caminho
senão esteiras no mar.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

SORRISO INTERIOR






O ser que é ser e que jamais vacila
Nas guerras imortais entra sem susto,
Leva consigo este brasão augusto
Do grande amor, da grande fé tranquila.


Os abismos carnais da triste argila
Ele os vence, sem ânsias e sem custo...
Fica sereno, num sorriso justo,
Enquanto tudo em derredor oscila.

Ondas interiores de grandeza
Dão-lhe esta glória em frente à Natureza
Este esplendor, todo esse largo eflúvio.

O ser que é ser transforma tudo em flores.....
E para ironizar as próprias dores
Canta por entre as águas do Dilúvio

                   CRUZ E SOUZA in. Broqueis. 21 de 192 


quinta-feira, 6 de junho de 2013

Navegar é Preciso

Navegadores antigos tinham uma frase gloriosa:
“Navegar é preciso; viver não é preciso”.
Quero para mim o espírito [d]esta frase,
transformada a forma para a casar como eu sou:
Viver não é necessário; o que é necessário é criar.
Não conto gozar a minha vida; nem em gozá-la penso.
Só quero torná-la grande,
ainda que para isso tenha de ser o meu corpo
e a (minha alma) a lenha desse fogo.
Só quero torná-la de toda a humanidade;
ainda que para isso tenha de a perder como minha.
Cada vez mais assim penso.
Cada vez mais ponho da essência anímica do meu sangue
o propósito impessoal de engrandecer a pátria e contribuir
para a evolução da humanidade.
É a forma que em mim tomou o misticismo da nossa Raça.

terça-feira, 4 de junho de 2013

TEXTO - LEID CARNEVALLI

O mundo mágico dos textos


      Érico Veríssimo relata, em suas memórias , um episódio de sua adolescência que teve influência significativa em sua carreira de escritor.
“Lembro-me de que , certa noite- eu teria uns quatorze anos, quando muito, entregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica à cabeceira da mesa de operações, enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo que soldados da Polícia Municipal haviam “carneado” (...) . Apesar do horror e da náusea, continuei firme onde estava , talvez pensando assim: se esse caboclo pode aguentar tudo isso sem gemer, porque não hei de poder ficar segurando esta lâmpada para ajudar o doutor a costurar estes talhos e salvar essa vida? (...)
Desde que, adulto, comecei a escrever romances, tem-me animado  até hoje a idéia de que o menos que o escritor pode fazer , numa época de atrocidades e injustiças como a nossa, é acender sua lâmpada, fazer luz sobre a realidade do seu mundo, evitando que sobre ele caia a escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do horror. Se não tivermos lâmpada elétrica, acendamos o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos fósforos repetidamente, como sinal de que não desertamos do nosso posto” ( Veríssimo, Érico. Solo de Clarineta. Porto Alegre: Globo. 1978.)

RELATOS DE EXPERIÊNCIA DOS INTEGRANTES DO GRUPO V







Relato de Aline Maria da Silva


Pude vivenciar uma experiência de leitura mu
Pude vivenciar uma experiência de leitura muito bacana, com uma amiga na faculdade, que nunca mais esqueci.

Ela tinha um acordo com os seus pais desde o EF.  Esse acordo além de alimentar o gosto dela pela leitura a incentivava aos estudos e ao esforço de conseguir buscar e alcançar seus objetivos.

O acordo era: Sempre que ela tirava nota 10 em avaliações ou trabalhos realizados ganhava um livro, de sua escolha, como recompensa.

Quando o 10 aparecia ela vibrava muito e compartilhava conosco a lista , já preparada, com o nome do livro desejado. Ah! Na faculdade o acordo com os pais foi valorizado, o número de livro ganho com a nota 10 passou de um para dois.

Legal, né? Um belo exemplo.





Relato de Leid

 Se é para resgatar minhas experiências de leitura lá vou eu:
1º capítulo. Na infância minha avó dava livro de presente. o primeiro livro foi: Ali-babá e os 40 ladrões. Lembro até hoje como eu imaginava a pedra rolando para os ladrões poderem entrar na caverna. Minha avó sentava numa poltrona e, depois do terço, ficava contando história da família, do tempo antigo, etc. Depois era a vez de algum doce. vou parar por aqui porque não está me fazendo bem rememorar.
2.º capítulo. Fui estudar no Colégio Santa Marcelina em Botucatu. No Colégio, toda  tarde, havia aula de bordado em que ficava uma das alunas lendo um livro  em voz alta. Lembro da vontade de saber o final , mas tinha que esperar a continuação no dia seguinte. Ao mesmo tempo, desenvolvi o gosto pela escrita, porque fazíamos diário, escrevíamos cartas para os país(e, também, cartas contrabandeadas para os rapazes).Ah, esqueci de dizer que escrevi muitas redações sobre a ORDEM porque era bagunceira ( até hoje não lembro onde guardo as coisas!). Por esta época, lembro agora dos seguintes livros: Romeu e Julieta, A Odisséia ,  Os Miseráveis( 3 volumes), Quo Vadis, Sandálias do Pescador. Nunca pensamos que fossem leituras "difíceis"  porque, aos poucos, compartilhadas e tidas como momento de lazer.

Próximos capítulos?  ...............   




Relato de  Sonia Maria


Aprendi a ler com a Cartilha Caminho Suave, com o método tradicional. Sempre gostei de ler, lembro que minha mãe  ficava brava pois eu tinha que trabalhar e não ler, lia escondido, devido a isso hoje eu incentivo os meus alunos a ler. Nas minhas aulas eu faço o momento da leitura e a roda da conversa, com isso a cada dia conquisto mais alunos a ter o gosto pela leitura. Naquela época as famílias não incentivava os filhos a importância da leitura.

APRESENTAÇÃO DO GRUPO V





Estamos em busca de meios  e técnicas que facilitem e aprimorem seus conhecimentos na leitura e escrita, conhecer o mundo que  se expande à sua volta, buscando na leitura e  escrita,  registrar ideias,  adaptando-se a várias mudanças.
O que antes era obscuro, descontextualizado, paradoxo, ganha novas perspectivas mediante o domínio da natureza, dos símbolos, da fala, da escrita/leitura. O homem passa a imperar a partir do domínio de todos esses signos naturais, linguísticos, históricos, que passam a se entrelaçar à cultura, à sociedade e à vida da humanidade. Ler e escrever tornou-se algo tão importante que ele não mais se via alheio aos acontecimentos, uma vez que registrar fatos do dia-a-dia era, agora, imprescindível para perpetuar a sua espécie.
 O ato de ler ganhos novos significados, enraizando definitivamente, quer seja através de  livros, revistas, jornais, entre outros. O mundo letrado avança e passa a representar grandes progressos para o homem, permitindo a absorção de novos conhecimentos, tomada de consciência de seus valores, direitos e deveres, permitindo a sua inserção no mundo ainda mais dinâmico e globalizado.

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